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11 de maio de 2020

Cono Sur Late Riesling Cosecha Noble 2013

No final de fevereiro, passei na loja física da World Wine, e aproveitei para comprar alguns vinhos no saldão que estava acontecendo. Dentre as garrafas em saldão, me chamou a atenção uma meia garrafa de um colheita tardia a 50% de desconto, por apenas R$33. Mas o que realmente me convenceu foi a recomendação da sommelière, que pretendia comprar daquele vinho pra si.

7 de outubro de 2018

Michel Fonné Riesling Tradition

Uma boa comida pede um bom vinho. E quando vamos a um bom restaurante, quase sempre carregamos nosso vinho. Não que os restaurantes não tenham boas cartas de vinho para oferecer, mas se podemos levar nosso próprio vinho, fica bem mais em conta; e, consequentemente, podemos ir mais vezes.

9 de junho de 2018

Baron Knyphausen Riesling Trocken 2013

A importadora Vind'Ame, que começou as operações em 2015, têm uns Rieslings muito top em seu portfólio - de pequenas produções, orgânicos, gabaritados, e na maioria, classificados pela VDP. Isso tudo faz com que eles sejam meio caros, um pouquinho além do que eu estou disposto a pagar. Mas em fevereiro deste ano, a importadora lançou a operação de venda direta via e-commerce; e como promoção, ofereceu 30% de desconto em todo o portfólio, para os primeiros 100 clientes. Aí, alguns vinhos ficaram com preços bem mais acessíveis, e eu aproveitei pra comprar 2.

Um deles foi o Baron Knyphausen Riesling Trocken 2013, que saiu de R$179 por R$125. O nome da vinícola vem dos Barões de Knyphausen, que a adquiriram em 1818. No entanto, ela já produzia vinho desde 1141, quando pertencia ao monastério Eberbach. A propriedade está na região de Rheingau e produz 130 mil garrafas por ano, dentre os seus diversos vinhos.

25 de março de 2018

Visita a Bodegas RE


No final de fevereiro, fui ao Chile de férias. O objetivo foi visitar a região de Puerto Varas e os lagos andinos; mas aproveitei para dar uma passadinha em uma vinícola. E ao escolher uma só vinícola, não poderia ser outra que não as Bodegas RE, cujos vinhos criativos, frescos e cheios de personalidade me conquistaram no ano passado.

A vinícola é o mais novo projeto de Pablo Morandé, um dos principais enólogos do Chile. Ele foi o pioneiro na produção de vinhos no Vale de Casablanca, hoje uma referência no Chile na produção de vinhos brancos. Na década de 1980, como enólogo da Concha y Toro, ele sugeriu a esta o investimento na região. A empresa não demonstrou interesse, então ele mesmo decidiu plantar os primeiros vinhedos, e formar a vinícola que leva seu nome, a Morandé. No início do século, ele vendeu sua parte na Viña Morandé, e criou o novo projeto familiar, as Bodegas RE, cujo nome remete a recriar, reinventar, revelar, renascer, reviver. Hoje, a condução da empresa está mais a cargo dos filhos, mas Don Pablo segue acompanhando.

A nova vinícola, como não podia deixar de ser, se localiza no vale de Casablanca. E nos vinhedos da região, eles cultivam principalmente variedades brancas - Sauvignon Blanc, Riesling, Gewürztraminer, Chardonnay e Pinot Gris - mas também Pinot Noir e Syrah, duas variedades tintas que se adaptam bem a climas mais frios. Além disso, a família possui vinhedos no Maule, onde cultivam outras variedades tintas, como Carignan, Garnacha, Cabernet Sauvignon, Cinsault, e também um pouco de Syrah.

5 de julho de 2017

Domdechant Werner Hochheimer Riesling Trocken 2011

Não é todo dia que temos a oportunidade de tomar um Riesling de tão alto nível. A Mistral havia colocado os vinhos da Domdechant Werner em promoção no ano passado, e dois confrades compraram algumas garrafas do Domdechant Werner Hochheimer Riesling Trocken 2011, por pouco mais de R$100. Eu demorei, e perdi a barganha, mas ainda bem, tive a oportunidade de provar de algumas garrafas compartilhadas por esses confrades.

4 de dezembro de 2016

Weegmüller Cuvee Fleur 2012

No final de outubro, escrevi a respeito do Der Elegante, um Riesling alemão que arrematei em um saldão por R$35 a garrafa (reveja). Pois na mesma ocasião, eu havia comprado um outro vinho, o Weegmüller Cuvee Fleur 2012.

25 de outubro de 2016

Weegmüller Der Elegante 2012

Quando uma colega de confraria mandou uma mensagem falando de um saldão em uma importadora de vinhos alemães que estava quebrando, tomei um susto. Seria a Weinkeller? Não, era outra, chamada Etcetera, que eu nem tinha conhecimento. Mas com a perspectiva de comprar alguns Rieslings a R$35 a garrafa, eu resolvi arriscar. Como não conhecia os vinhos previamente, era um risco, e pedi apenas 3 garrafas de cada.

Um dos que comprei foi o Weegmüller Riesling Kabinett Trocken Der Elegante 2012, produzido pela Weingut Weegmüller, uma vinícola familiar localizada na cidade de Neustadt, no Palatinado (Pfalz). A família Weegmüller migrou da Suíça para a Alemanha em 1657, e em 1685, fundou a vinícola, que hoje está nas mãos da 11ª geração da família: as irmãs Stephanie e Gabriele.

1 de setembro de 2016

Dr. Loosen Riesling Beerenauslese 2006

Apesar de ser um produtor alemão altamente conceituado, na primeira vez que tomei um vinho da Dr. Loosen - Dr L Riesling Trocken - ele tinha me desapontado. Quer dizer, não era ruim, mas eu esperava mais de um Riesling alemão de um produtor conceituado. Mas pudera, tratava-se do vinho mais básico da empresa, produzido com uvas compradas de outras propriedades.

Mas quando tratamos de um vinho de categoria superior, aí sim, a vinícola mostra a razão de sua fama. O Dr. Loosen Riesling Beerenauslese 2006 vem de vinhedos próprios do produtor, e recebe duas expressões que são garantia de qualidade, na Alemanha: Beerenauslese (ou BA) e VDP.

13 de maio de 2016

Harmonizando a culinária do sudeste asiático

Dias desses, a ABS Campinas SBSomm realizou seu tradicional jantar mensal no Tomyam (antigo Lagundri), restaurante de culinária do sudeste asiático. A ABS Campinas realiza estes jantares em restaurantes da cidade, pelo menos uma vez por mês. São eventos fechados e com cardápio previamente definido; e os vinhos ficam a cargo dos sócios. Eu nunca tinha ido antes, pois sempre achava a relação custo-benefício ruim. Mas desta vez, eu e Thais nos interessamos, pelo tema, pelo restaurante e pelo cardápio. Apesar de já haver algum tempo que não íamos no Tomyam, sempre que íamos, gostávamos da comida. E como vários amigos se interessaram também, ficou ainda mais legal.

1 de maio de 2016

The Old Dutch


Fazia anos que eu e Thais não íamos a Holambra. Então, há umas poucas semanas, vimos na TV um restaurante que nos despertou a curiosidade, e decidimos ir. Nos programamos para o feriado, chamamos uma amiga que topou ir com a gente, pus uns vinhos gelados em uma sacola térmica (a taxa de rolha é justa), e pegamos a estrada.

25 de março de 2016

Queijos de cabra e vinhos

Queijo Serra do Lopo (e no segundo plano, Rolinho do Bosque)

Conforme comentei no início da semana passada, depois que fui pela primeira vez ao Capril do Bosque, no ano passado, fiquei com vontade de realizar uma degustação de seus queijos e alguns vinhos com o pessoal da Nossa Confraria. Pois agora, este mês, esta oportunidade se concretizou, e fizemos um delicioso encontro com vinhos e queijos de cabra, além de outras comidinhas. Além dos queijos do Capril do Bosque, tínhamos patê de damasco, mousse de gorgonzola, lingüiça apimentada curada, frutas secas, e antepasto de bacalhau (com bacalhau, alho, salsinha e tomate), além de pães e torradas. Tudo delicioso!

26 de fevereiro de 2016

Rieslings e eisbein na Cantina Alemã


Eu já moro há algum tempo em Campinas, e nunca tinha ouvido falar que havia um restaurante tradicionalíssimo da cidade - aberto há 51 anos - dedicado exclusivamente à culinária alemã. Este mês, uma confrade da Nossa Confraria sugeriu que fizéssemos lá um encontro extra, e assim fomos. Ele se localiza em um estabelecimento de fachada discreta, de estilo retrô, na Rua Luzitana, nº 981.

1 de julho de 2015

Dönnhoff Oberhauser Leistenberg Riesling Kabinett 2011

Um nome complicado, um vinho diferenciado


Conheci este vinho em uma reunião da minha confraria este ano, com tema de vinhos alemães. Tem um nome complicado, como costumam ter os vinhos alemães, mas o nome reflete também o sistema de classificação de qualidade do país. Conhecer o nome ajuda a trazer sentido ao vinho, então deixe-me explicar cada parte.

21 de fevereiro de 2015

Cozinhando com vinho tinto e frutos do mar

Lulas recheadas ao molho de vinho tinto



Uma das desarmonizações mais implacáveis entre vinho e comida é o conflito entre frutos do mar e vinho tinto. Quando consumidos juntos, ocorre uma reação que dá um gosto metálico forte e desagradável. O que se costuma dizer a respeito é que se trata da reação dos taninos do vinho com o iodo presente nos frutos do mar.

Mas o que acontece quando preparamos um prato de frutos do mar com molho de vinho tinto, como o oktapodi krasato - polvo ao vinho tinto - prato típico da comida grega? Eu e minha mulher já comemos este prato no restaurante Acrópoles, no bairro do Bom Retiro em São Paulo. e o gosto metálico não aparece. Aliás, tudo que comemos lá estava delicioso, e apesar de ser um restaurante com serviço meio peculiar, recomendo fortemente.

4 de dezembro de 2014

Rhein Extra Impérial Brut

Gostei da idéia do Jorge Alonso, do blog Contando Vinhos. Para evitar a confusão que o nome do espumante possa causar, ele o apresentou como Rhein Extra Impérial Brut, e assim, também o faço. Este é mais um saboroso espumante trazido pela Winelands, direto da Romênia.

Assim como a versão Rosé, que eu tomei no mês passado, ele é produzido na adega de Rhein & Cie Azuga, a mais antiga da Romênia (produzindo continuamente desde 1906), e hoje pertencente ao grupo Cramele Halewood, que é o fornecedor oficial da Casa Real Romena. Além disso, assim como o rosé, este também é feito com uvas plantadas na Transilvânia, que devido ao seu clima frio e úmido, é considerada a melhor região do país para vinhos brancos e espumantes.

23 de abril de 2014

5000 anos de vinho grego

(Mais Expovinis)


Logo em frente dos estandes da Provence estava a vinícola grega Cavino, representada pelo brasileiro Nicolas Gatos - que é consultor da empresa para América do sul - e pelo enólogo, grego, Stelios Tsiris.


Os vinhos da Cavino já são importados ao Brasil, pela Winelands, e tive a oportunidade de me encontrar pessoalmente pela primeira vez com o Fernando Zamboni. Ele me mostrou alguns dos próximos vinhos da Cavino que pretende trazer. Podem esperar por eles, talvez já este ano.

26 de fevereiro de 2014

Fritz Haag 2011

A Thais caprichou no almoço: frango ao molho de iogurte e hortelã (igual à receita que preparei na casa dos meus pais, só que melhor, com tempero mais caprichado), e de acompanhamento, arroz e berinjela picada, assada com bastante azeite e alho. A intensidade de sabores pedia um bom vinho para acalmar as papilas gustativas.

Então, selecionei o Fritz Haag Riesling Trocken 2011, um Riesling da região do Mosel, na Alemanha. Tinha comprado no início do mês, na loja da Grand Cru. Estava em promoção (15% de desconto, a R$82), porque a safra de 2012 já chegou, mas o dono da loja, que me atendeu, me garantiu que o vinho ainda aguenta alguns anos de vida pela frente. E aguenta, mesmo.

20 de julho de 2013

Winelands: vinhos orgânicos

Além de ser o clube de vinhos mais eclético do mercado - oferecendo todos os meses vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes - a Winelands também me conquistou pela oferta frequente de vinhos exóticos. Mas existe um outro fator de interesse no clube: com freqüência selecionam vinhos orgânicos e biodinâmicos, o que é uma opção mais saudável, mais sustentável, e ainda assim pode ser de grande qualidade.

1 de julho de 2013

Dr. L Riesling Trocken 2011

Dr. Loosen é empresa familiar de mais de 200 anos, dedicada exclusivamente ao plantio de Riesling, em todos os estilos, dos mais secos, aos mais doces: um lugar-comum na Alemanha. É uma empresa muito conceituada, que acumula prêmios e boas recomendações dos principais críticos de vinhos.

Sua propriedade fica localizada no Mosel, considerada uma das duas melhores regiões do país (e consequentemente do mundo) para o cultivo de Riesling. Seus vinhedos, com idade média de 75 anos, não precisam de enxertia, pois a philoxera não sobrevive no solo da região. Além disso, o clima frio associado ao solo composto majoritariamente de ardósia são uma combinação ideal para a maturação perfeita das uvas. E para completar, são solos pobres e de boa drenagem, obrigando as raízes das vinhas a irem mais fundo no solo.