Em 2015, escrevi a respeito de um autêntico Sémillon de Hunter Valley, vinho memorável que eu havia conhecido na ocasião. Infelizmente, se já é difícil achar vinhos australianos por aqui, imagina um vinho tão específico. Mas fuçando pelas prateleiras do Museu da Gula, há um par de meses, encontrei uma garrafa de um Sémillon de Hunter Valley esquecido na prateleira; nem preço tinha. Catei a única garrafa, pra perguntar o preço no caixa. E diante da barganha (R$83), perguntei se havia mais em estoque, mas infelizmente, não havia.
Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
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23 de março de 2019
14 de dezembro de 2017
Lagostim e Sémillon
Outro dia, vi no mercado uma bandejinha de caudas de lagostim (a embalagem dizia lagosta, mas era meio pequeno pra ser chamado assim). Não era barato, mas era um valor factível pra se fazer uma graça, uma vez ou outra. Mesmo assim, não comprei na hora.
25 de março de 2016
Queijos de cabra e vinhos
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| Queijo Serra do Lopo (e no segundo plano, Rolinho do Bosque) |
Conforme comentei no início da semana passada, depois que fui pela primeira vez ao Capril do Bosque, no ano passado, fiquei com vontade de realizar uma degustação de seus queijos e alguns vinhos com o pessoal da Nossa Confraria. Pois agora, este mês, esta oportunidade se concretizou, e fizemos um delicioso encontro com vinhos e queijos de cabra, além de outras comidinhas. Além dos queijos do Capril do Bosque, tínhamos patê de damasco, mousse de gorgonzola, lingüiça apimentada curada, frutas secas, e antepasto de bacalhau (com bacalhau, alho, salsinha e tomate), além de pães e torradas. Tudo delicioso!
8 de janeiro de 2016
Um vinho botrytizado produzido no seco clima de Mendoza?
Localizada no Valle do Uco, Argentina, a bodega Rutini - La Rural produz o Rutini Vin Doux Naturel Cosecha 2010, um vinho de colheita tardia com características botrytizadas. Mas como podem as uvas serem acometidas pela botrytis cinerea, no clima semi-desértico dos vinhedos da vinícola, numa região de baixíssima precipitação anual e verões muito secos, em que a viticultura só é possível com a irrigação sistemática dos vinhedos?
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| Foto da bodega Rutini, em Tupungato (fonte: Facebook) |
7 de maio de 2015
Um autêntico Sémillon de Hunter Valley
Um vinho branco australiano, com 10% de teor alcoólico, sem estágio em madeira, mas com muita complexidade e longevidade. Este é o Brokenwood Sémillon 2008, produzido pela Brokenwood Wines, e importado pela KMM Vinhos.
12 de março de 2015
Essência do Vinho - Porto 2015
Texto da série: Descobrindo e Provando Portugal com a ViniPortugal
Este relato trata da minha visita a Portugal como convidado da Vinhos de Portugal. Caso ainda não tenha lido, leia o prólogo.Os últimos dois dias de nossa programação em Portugal estavam reservados para a participação na feira Essência do Vinho - Porto, no belo Palácio da Bolsa, na cidade do Porto. A feira é organizada pela Essência do Vinho, agência de organização de eventos enogastronômicos, que além da feira, publica a Revista Wine - Essência do Vinho, e organiza os cursos de Formação de Vinhos Portugueses no Brasil. Por falar nisso, as datas dos cursos em 2015 já foram divulgadas, e as inscrições já estão abertas. Quem sabe você não estará entre os próximos convidados de Portugal, no ano que vem?
23 de abril de 2014
Os irmãos Brun
Esta semana está sendo repleta de eventos de vinhos pelo estado de São Paulo. Mas sem dúvida, o mais importante é a Expovinis. Em sua 18ª edição, é a primeira vez que pude comparecer. Quem já foi em alguma, sabe que é uma feira imensa, e é preciso escolher bem o que quer conhecer, pois é impossível visitar todos os estandes. Entre os meus objetivos estava conhecer os vinhos dos quatro produtores da Provence, que vieram à feira.
Gostei, claro, de todos os vinhos que provei, porém, para mim merece destaque o Château de Brigue. O menor dos quatro produtores, e único que não possui importador no Brasil, é propriedade de quatro irmãos, em que cada um possui uma responsabilidade. Cabe ao irmão Olivier Brun a divulgação e comércio, e portanto, veio representar a empresa na feira. O principal produto, claro, são os rosés, mas ele trouxe quase todo o seu portefólio, incluindo brancos, rosés, um espumante e um vinho de sobremesa.
Gostei, claro, de todos os vinhos que provei, porém, para mim merece destaque o Château de Brigue. O menor dos quatro produtores, e único que não possui importador no Brasil, é propriedade de quatro irmãos, em que cada um possui uma responsabilidade. Cabe ao irmão Olivier Brun a divulgação e comércio, e portanto, veio representar a empresa na feira. O principal produto, claro, são os rosés, mas ele trouxe quase todo o seu portefólio, incluindo brancos, rosés, um espumante e um vinho de sobremesa.
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