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25 de março de 2016

Queijos de cabra e vinhos

Queijo Serra do Lopo (e no segundo plano, Rolinho do Bosque)

Conforme comentei no início da semana passada, depois que fui pela primeira vez ao Capril do Bosque, no ano passado, fiquei com vontade de realizar uma degustação de seus queijos e alguns vinhos com o pessoal da Nossa Confraria. Pois agora, este mês, esta oportunidade se concretizou, e fizemos um delicioso encontro com vinhos e queijos de cabra, além de outras comidinhas. Além dos queijos do Capril do Bosque, tínhamos patê de damasco, mousse de gorgonzola, lingüiça apimentada curada, frutas secas, e antepasto de bacalhau (com bacalhau, alho, salsinha e tomate), além de pães e torradas. Tudo delicioso!

3 de fevereiro de 2015

Pinot Noir neozelandês com ossobuco ao vinho

Esta noite, o jantar foi um ossobuco braseado no vinho tinto. Não sabe o que é braseado? É cozido bem lentamente em baixa temperatura, segundo explica a autora da receita, Fabiana Pinfildi, do blog Figos e Funghis (clique aqui para ver a receita).

Thais preparou o ossobuco em uma panela de barro, que trouxemos desta última viagem a BH, e por isso, não foi necessário levar ao forno (uma opção da receita original). Além disso, em vez da massa, Thais usou os legumes que tinham sido usados para fazer o caldo de legumes, e refogou-os no molho que ficou do ossobuco, para servir como acompanhamento. Ficou um espetáculo!

5 de junho de 2013

Degustação comparativa de Rieslings


A Riesling é tida pela maioria dos críticos de vinho como a melhor uva branca para se obter vinhos de grande complexidade, estrutura e longevidade, a despeito das famosas Chardonnay e Sauvignon Blanc. No entanto, não é tão popular entre os consumidores, provavelmente por ser de origem alemã, país que carrega a imagem negativa dos Liebfraumilch.

A casta tem grande resistência ao clima frio, sendo por isso tão adaptada às principais regiões vinícolas da Alemanha, às margens do rio Reno. Ela é a principal variedade daquele país, e também na Alsácia, região francesa que fica à margem contrária do mesmo rio. Mas devido à grande estrutura, tem-se obtido bons resultados com ela em regiões mais quentes, notoriamente no novo mundo.

5 de dezembro de 2012

Degustação comparativa de Pinot Noirs

Na quarta-feira, aconteceu a última reunião do ano da minha confraria, e o tema foi a uva Pinot Noir. Nos reunimos no restaurante Matisse, que em um acordo com a ABS Campinas, sempre nos oferece o espaço. Degustamos 5 vinhos, de cinco países diferentes, para compararmos estilos bem diferentes de vinhos com a mesma uva. Fizemos, como sempre, uma degustação às cegas (não de olhos vendados, mas com os rótulos cobertos), analisando as características de cada vinho, e posteriormente, tentamos adivinhar qual vinho era de qual país. Estes foram os vinhos da noite: