Já ouviu falar de cerveja de pedra? Eu não tinha, até chegarem as cervejas da cervejaria Leikeim, no Oba. Dentre elas, a Leikeim Steinbier.
Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
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13 de agosto de 2018
7 de setembro de 2016
Trem doidimais, sô!
Certamente, faz tempo que conheço as cervejas da Bäcker; e com alguma freqüência, quando volto de BH, eu paro no quiosque deles, no aeroporto de Confins. No entanto, eu ainda não tinha ido ao bar anexo à cervejaria (que eles chamam de Templo Cervejeiro); e já não era de hoje que um primo meu falava que queria me levar lá. E dessa vez, finalmente rolou: fomos, eu, esse primo, e um de meus irmãos.
31 de janeiro de 2016
Strong Suffolk Vintage Ale
Encontrei essa cerveja no supermercado, e ela me chamou a atenção. De acordo com a nota de rodapé na garrafa, a Strong Suffolk Vintage Ale é "um blend de duas ales, BPA e Old 5X", sendo que "Old 5X envelhece em tonéis de carvalho por dois anos". Resolvi comprar pra provar.
29 de setembro de 2015
Schornstein
Eu simplesmente tinha me esquecido da cervejaria Schornstein. Com sede em Santa Catarina, não faz muito tempo que abriram uma filial logo aqui do lado, em Holambra. Eu cheguei a visitar o bar, anexo à fábrica, logo quando começaram. Nem engarrafavam cerveja ainda: só vendiam em barril. Me lembro que tinha gostado bastante das suas cervejas, mas como não tenho ido a Holambra, acabei me esquecendo deles.
Até que, um dia desses, vi uma publicação no Instagram, do @opuromalte, comentando sobre a IPA, engarrafada. Resolvi procurar se encontrava dela em Campinas, e descobri o distribuidor: Campinas Chopp. Passei lá, e comprei duas garrafas para provar de novo, para me relembrar da cerveja. Comprei uma IPA pra mim, e uma Pilsen pra Thais, já que ela não gosta de cerveja muito encorpada.
Até que, um dia desses, vi uma publicação no Instagram, do @opuromalte, comentando sobre a IPA, engarrafada. Resolvi procurar se encontrava dela em Campinas, e descobri o distribuidor: Campinas Chopp. Passei lá, e comprei duas garrafas para provar de novo, para me relembrar da cerveja. Comprei uma IPA pra mim, e uma Pilsen pra Thais, já que ela não gosta de cerveja muito encorpada.
8 de julho de 2015
Innis & Gunn Oak Aged Beer
Fui à padaria comprar pão, e resolvi comprar uma cerveja, para variar. Olhando os rótulos, havia uma, que eu nunca tinha ouvido falar, mas que me chamou atenção: Innis & Gunn Original Oak Aged Beer. Ao pé da garrafa, a etiqueta diz "cuidadosamente maturada por 77 dias". Uma cerveja maturada em carvalho, é algo pouco comum; e o fato de ser escocesa, produzida em Edimburgo, também contribuiu para que resolvesse levá-la.
5 de junho de 2015
Bucanero, 100% cubana
Semana passada, fui a trabalho para a Costa Rica. Ao final de um dia, para descontrair, fui com colegas a um bar local que vende cervejas especiais, para tomar uma cerveja, provar o chiliguaro, e comer um chifrijo, o tira-gosto mais típico do país. Quer dizer, eles chamam de tira-gosto (para eles, una boca), e comem normalmente tomando cerveja, mas é uma refeição bem servida. É uma tigelinha cheia de arroz, feijão, carne de porco em cubinhos frita, coberto com uma vinagrete de tomate e cebola crua picados (dispenso) que eles chamam de chimichurri. Costuma também vir com pedaços de abacate por cima, e tortilhas. Basta uma vasilhinha dessas, e já está jantado.
3 de abril de 2015
Baladin Nazionale e Baladin Nora
Em minha última viagem à Itália, descobri que a Itália não é país só de vinho, ao conhecer as cervejas Baladin. Em Roma, fui a um dos bares que a cervejaria possui pelo país, e me encantei com as cervejas. Não tardou muito para que elas começassem a ser importadas no Brasil, e escrevi a respeito da Baladin Isaac, uma cerveja ao estilo witbier (cerveja de trigo da Bélgica).
5 de fevereiro de 2015
Wäls Petroleum
Quando estava para ir para BH, um colega me falou dessa cerveja Wäls Petroleum e pediu pra trazer umas garrafas de lá. Curioso, procurei comentários a respeito dela, e só li boas críticas. Trouxe umas garrafas para ele, e uma para mim mesmo, para poder provar. Custou R$15,90 cada.
Por todas as características descritas - estilo 'russian emperial stout', adição de chocolate, 12% de álcool, super encorpada - guardei para tomar em um dia frio, pois no calor ela provavelmente seria difícil de tomar. Ainda bem que chegou essa frente fria trazendo chuva, que além da muito bem vinda chuva em si, me poupou de guardar uma garrafa de cerveja até maio.
Por todas as características descritas - estilo 'russian emperial stout', adição de chocolate, 12% de álcool, super encorpada - guardei para tomar em um dia frio, pois no calor ela provavelmente seria difícil de tomar. Ainda bem que chegou essa frente fria trazendo chuva, que além da muito bem vinda chuva em si, me poupou de guardar uma garrafa de cerveja até maio.
14 de fevereiro de 2014
Afraid you might taste something, Lagerboy?
No Reino Unido, sabem muito bem fazer cerveja. Ales avermelhadas ou mais escuras, porters e stouts. Às vezes, envelhecidas em cascos de carvalho. Cervejas encorpadas, com gosto de verdade. Totalmente adaptadas ao clima frio e chuvoso. Lá, cerveja é coisa séria. Não se indignam a colocar as lagers na mesma categoria. "Você prefere beer, ou lager?", me perguntou o garçom de um restaurante, em uma cidade do interior. Eu queria uma beer, ale, claro! Na terra das ales, vou tomar ale!
20 de outubro de 2013
Amazon Beer: cervejas de frutas exóticas
Diferentemente do vinho, em que só se pode fermentar uva para resultar na bebida final, na cerveja há muito mais liberdade: encontramos por aí cervejas fermentadas com cerejas, banana, mel, rapadura... De Belém do Pará, a cervejaria Amazon Beer apostou na diversidade vegetal da Amazônia, para inovar na produção de cervejas. Eles produzem 5 cervejas com diferentes ingredientes da Amazônia, das quais provei quatro:
28 de setembro de 2013
Cervejaria Nacional e sua nova cerveja refermentada com mel
Este sábado, conheci a Cervejaria Nacional, fábrica/bar de cervejas especiais, na cidade de São Paulo, que tem pouco mais de 2 anos. A fábrica fica no térreo, e podemos ver os tanques de fermentação através dos vidros, à medida que subimos a escada para o bar que fica no andar de cima.
Eles têm 5 receitas de produção regular, e uma conveniente opção no cardápio de uma tábua com amostras das 5, por R$25,00. Nada melhor para se conhecer de forma mais abrangente a produção da casa. A tábua vem com:
7 de agosto de 2013
Witbiers e a Isaac Baladin
Witbier: cerveja branca
A primeira vez que provei uma cerveja do estilo witbier (cerveja 'branca', da Bélgica), foi em um bar na França, com alguns amigos do trabalho, em 2002. O bar oferecia uma bandeja de degustação com 12 copos (pints), cada um com uma cerveja de um tipo, todas belgas. Na época ninguém conhecia aquele estilo - havia eu, um espanhol, uma sueca, uma croata, uma lituana, e uns franceses. Todos provaram aquela cerveja quase branca, e ninguém gostou. Ela quase não lembrava o gosto de cerveja, era bastante amarga e cítrica.Este é um estilo tradicional de cerveja belga. Andou em decadência, mas renasceu com a marca Hoegaarden. Ela é feita a partir de cevada maltada, e trigo não maltado, fator ao qual ela deve sua cor clara. Já o sabor vem de 'temperos', normalmente coentro e cascas de laranja. Tradicionalmente, estes temperos eram utilizados no lugar do lúpulo, como conservantes. Hoje em dia, utiliza-se um pouco de lúpulo, também. Assim, pelo pouco lúpulo e pelo uso de trigo não maltado, sentimos muito pouco daquele sabor característico da cerveja, e sentimos muito do amargor cítrico das cascas de laranja. Pela sua tipicidade ela costuma despertar reações extremas: muitos adoram, outros tantos não suportam.
Elas são normalmente refermentadas na garrafa: acrescenta-se açúcar e mais fermento no engarrafamento, e o resultado desta fermentação que irá gerar o gás da bebida. Este fermento permanece na bebida, deixando-a turva. Por isso, o processo de serviço tem cuidados: deve-se servir 2/3 da garrafa, girá-la para dissolver o fermento em suspensão, e em seguida servir o restante: toda a garrafa no mesmo copo.
28 de fevereiro de 2013
O'Hara's
A whiskey é a bebida nacional irlandesa, mas certamente a bebida mais consumida no país é a cerveja. E apesar do peso da Guinness, que é servida em qualquer pub do país, eles possuem diversas marcas produzidas localmente. Assim como na Inglaterra, as Ales são as mais tradicionais, e combinam com o clima chuvoso. De todas as cervejas que provei no país, houve uma marca que se sobressaiu, na minha opinião: O'Hara's, produzida pela Carlow Brewing Company.
7 de fevereiro de 2013
Guinness em Dublin
Eu não poderia visitar Dublin e não tomar algumas Guinness em um pub local. Mas curioso que sou, fui também à Guinness Storehouse, um museu dentro das dependências da fábrica desta icônica cerveja. A visita é apenas isso, um museu. E como na Jameson, não pude passar nem perto da produção. Na visita auto-dirigida, eu passeei por painéis, fotos e videos contando um pouco da história e da produção da bebida. Mas pelo menos aprendi a tirar minha própria "perfect pint of Guinness" a partir de um barril.
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