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4 de dezembro de 2017

Uvas tintas da Grécia

Apesar da tradição vinícola milenar da Grécia, conhecemos muito pouco os vinhos desse país. E com o calor tórrido do verão de lá, os mais conhecidos costumam ser os brancos, que encantam os turistas durante o verão. Mas as variedades tintas também possuem grande importância. Existem duas dezenas delas utilizadas em escala comercial, que cobrem 21 mil hectares de vinhedos, o que corresponde a 40% da área de vinhedos destinados a produção vinícola. E algumas dessas variedades são responsáveis por alguns dos vinhos de maior reputação do país.

As três variedades tintas de maior reconhecimento internacional são Xinómavro (ξινόμαυρο), Agiorgítiko (αγιωργίτικο) e Mavrodaphne (μαυροδάφνη); cada uma delas é a estrela em uma das principais Denominações de Origem Protegidas do país. E apesar da limitada oferta de vinhos gregos aqui no Brasil, temos à disposição exemplares de todas essas regiões - e alguns muito bons, por sinal. Por isso, esse foi o tema que escolhi para o encontro de minha confraria, quando chegou a minha vez no rodízio.

A minha seleção contou com 5 vinhos, sendo dois provenientes do norte do país (DOPs Naousa e Rapsani), e três do Peloponeso (DOP Nemea, Mavrodaphne de Patras e IGT Achaia). Mas antes de descrever os vinhos, falemos um pouquinho dos produtores.

23 de abril de 2014

5000 anos de vinho grego

(Mais Expovinis)


Logo em frente dos estandes da Provence estava a vinícola grega Cavino, representada pelo brasileiro Nicolas Gatos - que é consultor da empresa para América do sul - e pelo enólogo, grego, Stelios Tsiris.


Os vinhos da Cavino já são importados ao Brasil, pela Winelands, e tive a oportunidade de me encontrar pessoalmente pela primeira vez com o Fernando Zamboni. Ele me mostrou alguns dos próximos vinhos da Cavino que pretende trazer. Podem esperar por eles, talvez já este ano.