Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
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6 de março de 2016
Terras Altas Dão 1992
O que esperar de uma garrafa de Terras Altas Dão 1992, um vinho de entrada produzido pela José Maria da Fonseca, que custa míseros R$35 no supermercado, e que o próprio site do produtor recomenda que agüenta ser guardado por no máximo 5 anos após engarrafamento? Um amigo meu achou uma garrafa dessas, e chamou uns amigos para provarmos, e vermos se ainda prestava.
20 de maio de 2014
Evidência 2007
Como a aeração no vinho certo pode transformá-lo
Ele já tem 7 anos de idade, por isso achei estranho a Winelands dizer que apresentava reflexos violáceos, e continha aromas florais (sinais de juventude). Ainda mais dizer que ele não necessitava de aeração. Bem, confiei, abri o vinho e me servi. A cor dele já tinha nítidas nuances de tijolo, e veio um cheiro forte de AAS (ácido acetilsalicílico, remédio que tomei muito quando criança), que foi um impacto muito negativo. Mas eu provei o vinho, e vi que tinha estrutura de sobra (leia-se acidez e taninos). Sendo assim, o deixei respirando (na garrafa, mesmo) e continuei a refeição.
28 de abril de 2013
Vinho e Sabores da Beira Interior: tintos
No texto anterior, descrevi os vinhos brancos da Beira Interior, que provei na feira Vinho e Sabores de Portugal. No entanto, a região não se limita a brancos: pelo contrário, produz ainda mais tintos.
Os tintos compartilham as melhores características: boa acidez, aptidão gastronômica, e uso moderado da madeira. Percebe-se nos vinhos da região, que a madeira é normalmente usada para amadurecer o vinho, e não para dar gosto. As uvas mais utilizadas são a Touriga Nacional e Tinta Roriz, uvas muito presentes em todo o país. Todos os produtores trouxeram suas versões de tintos com estas uvas, em alguns casos com alguma outra casta.
Os tintos compartilham as melhores características: boa acidez, aptidão gastronômica, e uso moderado da madeira. Percebe-se nos vinhos da região, que a madeira é normalmente usada para amadurecer o vinho, e não para dar gosto. As uvas mais utilizadas são a Touriga Nacional e Tinta Roriz, uvas muito presentes em todo o país. Todos os produtores trouxeram suas versões de tintos com estas uvas, em alguns casos com alguma outra casta.
23 de abril de 2013
Vinhos portugueses com Rui Falcão
Esta terça-feira em Campinas foi uma noite de muito aprendizado sobre vinhos portugueses, em uma apresentação promovida em parceria da Viniportugal e da
Foi uma aula completa: começou falando sobre o que faz os vinhos de Portugal tão especiais, o que os distingue do restante do mundo, as castas, as tradições, o clima, a geografia. Na seqüência, Rui Falcão explicou cada uma das regiões do país, exemplificando cada uma com um vinho feito nela. Foram degustados 12 vinhos, ao todo, e abaixo comento os que mais me chamaram a atenção.
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