Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
6 de fevereiro de 2015
Picpoul de Pinet
Na região costeira do Languedoc, sul da França, esta uva pouco conhecida tem uma Denominação de Origem só pra ela. A uva é a Picpoul (ou Piquepoul), e nos arredores da comuna de Pinet, a 10Km do Mediterrâneo existem 1400ha demarcados da AOP Picpoul de Pinet, que foi elevada à categoria AOP em 1985. Esta pequena uva de amadurecimento tardio, plantada no solo calcário do Languedoc e entremeada da garrigue mediterrânea, atravessa o clima seco do verão, e termina sua maturação no início do outono, para gerar vinhos de discretos aromas florais e cítricos, perfeitos para acompanhar peixes e frutos do mar.
5 de fevereiro de 2015
Wäls Petroleum
Quando estava para ir para BH, um colega me falou dessa cerveja Wäls Petroleum e pediu pra trazer umas garrafas de lá. Curioso, procurei comentários a respeito dela, e só li boas críticas. Trouxe umas garrafas para ele, e uma para mim mesmo, para poder provar. Custou R$15,90 cada.
Por todas as características descritas - estilo 'russian emperial stout', adição de chocolate, 12% de álcool, super encorpada - guardei para tomar em um dia frio, pois no calor ela provavelmente seria difícil de tomar. Ainda bem que chegou essa frente fria trazendo chuva, que além da muito bem vinda chuva em si, me poupou de guardar uma garrafa de cerveja até maio.
Por todas as características descritas - estilo 'russian emperial stout', adição de chocolate, 12% de álcool, super encorpada - guardei para tomar em um dia frio, pois no calor ela provavelmente seria difícil de tomar. Ainda bem que chegou essa frente fria trazendo chuva, que além da muito bem vinda chuva em si, me poupou de guardar uma garrafa de cerveja até maio.
4 de fevereiro de 2015
Nhoque de mandioquinha com ragu
O nhoque da Thais é imbatível. Quando ela faz nhoque, todo mundo lambe os beiços. A receita dela é de mandioquinha, com um toque de noz-moscada raspada na hora, um pouco de queijo grana padano ralado, e o mínimo possível de trigo. Nem óleo nem manteiga, só uma gema de ovo para dar liga. Ela diz que nem dá trabalho, mas quando eu ajudo a colocar pra cozinhar, eu vejo que dá, sim, bastante trabalho.
Às vezes eu faço um pesto como molho do nhoque, mas desta vez, ele foi servido com ragu de carne. Para fazer o ragu, primeiro, ela coloca o alho picado no azeite, logo joga o tomate já pelado, e meio despedaçado, um pouco de sal, e por fim os pedaços de maçã do peito. Aquilo fica cozinhando até a carne desmanchar. Isso que é slow food.
Às vezes eu faço um pesto como molho do nhoque, mas desta vez, ele foi servido com ragu de carne. Para fazer o ragu, primeiro, ela coloca o alho picado no azeite, logo joga o tomate já pelado, e meio despedaçado, um pouco de sal, e por fim os pedaços de maçã do peito. Aquilo fica cozinhando até a carne desmanchar. Isso que é slow food.
3 de fevereiro de 2015
Pinot Noir neozelandês com ossobuco ao vinho
Esta noite, o jantar foi um ossobuco braseado no vinho tinto. Não sabe o que é braseado? É cozido bem lentamente em baixa temperatura, segundo explica a autora da receita, Fabiana Pinfildi, do blog Figos e Funghis (clique aqui para ver a receita).
Thais preparou o ossobuco em uma panela de barro, que trouxemos desta última viagem a BH, e por isso, não foi necessário levar ao forno (uma opção da receita original). Além disso, em vez da massa, Thais usou os legumes que tinham sido usados para fazer o caldo de legumes, e refogou-os no molho que ficou do ossobuco, para servir como acompanhamento. Ficou um espetáculo!
Thais preparou o ossobuco em uma panela de barro, que trouxemos desta última viagem a BH, e por isso, não foi necessário levar ao forno (uma opção da receita original). Além disso, em vez da massa, Thais usou os legumes que tinham sido usados para fazer o caldo de legumes, e refogou-os no molho que ficou do ossobuco, para servir como acompanhamento. Ficou um espetáculo!
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