23 de abril de 2014

Os irmãos Brun

Esta semana está sendo repleta de eventos de vinhos pelo estado de São Paulo. Mas sem dúvida, o mais importante é a Expovinis. Em sua 18ª edição, é a primeira vez que pude comparecer. Quem já foi em alguma, sabe que é uma feira imensa, e é preciso escolher bem o que quer conhecer, pois é impossível visitar todos os estandes. Entre os meus objetivos estava conhecer os vinhos dos quatro produtores da Provence, que vieram à feira.


Gostei, claro, de todos os vinhos que provei, porém, para mim merece destaque o Château de Brigue. O menor dos quatro produtores, e único que não possui importador no Brasil, é propriedade de quatro irmãos, em que cada um possui uma responsabilidade. Cabe ao irmão Olivier Brun a divulgação e comércio, e portanto, veio representar a empresa na feira. O principal produto, claro, são os rosés, mas ele trouxe quase todo o seu portefólio, incluindo brancos, rosés, um espumante e um vinho de sobremesa.

19 de abril de 2014

Frango na Moranga e Terras do Demo Branco Superior 2008

Na minha última visita, minha mãe fez uma bela duma moranga (abóbora) recheada com frango e catupiry. A receita é do restaurante Xapuri, em Belo Horizonte. Quando meu irmão caçula era pequeno, sempre que a gente ia lá, tinha que pedir a moranga, por causa dele. (Filho caçula, mimaaaado...). Mas agora minha mãe aprendeu os macetes da receita, e faz lá no sítio, onde tem um forno bem grande pra caber uma moranga que serve 10 pessoas, com folga.

18 de abril de 2014

Montchenot Gran Reserva 2003

Este mês, estou completando um ano que sou cliente da Winelands. Só tenho elogios a tecer à flexibilidade do clube, pois eu tenho o pior perfil que pode ter um cliente de clube de vinhos. Todo mês, eu fico 'pentelhando' o Fernando com mudanças na remessa seguinte: uma hora não quero o rosé, em outra não quero o espumante, outra vez eu quero repetir um vinho que já tinha recebido.

E de tanto eu ficar garimpando com ele, ele me conta sobre umas preciosidades que importa (para vender fora do clube). No ano passado, comentei a respeito de um vinho búlgaro de 1991, que ele me vendeu. Os fantásticos Crus de Beaujolais, também fiquei sabendo da mesma forma.

Este ano, ele me perguntou se eu queria algumas garrafas de um vinho argentino que envelhece 10 anos em tonéis de madeira, antes de ser engarrafado. Na hora, eu titubeei, e recusei a oferta, principalmente por causa do preço (que é muito acima do que costumo pagar), mas confesso que o fato de ser argentino pesou. Só que eu fiquei tentado, curioso, por conhecer um vinho que, apesar de argentino, é feito em um estilo muito mais semelhante aos grandes vinhos do mundo, do que ao mar de Malbecs insossos que inundam nosso mercado.


Aquele diabinho vermelho da tentação ficou martelando na minha cabeça, e me fez comentar com meu pai a respeito do vinho. Ele também ficou curioso, e pediu para eu comprar duas garrafas pra ele. Colhi maduro!

Rosé da Provence La Matelote 2012

Feriado no sítio dos meus pais, noite agradável, dessas que trazem um brisa fresca após um dia de sol. A noite foi embalada por música de jukebox e partidas de sinuca. Para comer, começamos com antepastos de berinjela e queijo camembert, aos quais veio se juntar uma torta de ricota, presunto e alho-poró recém saída do forno. Estava formado o ambiente perfeito para abrir um vinho leve e refrescante, como a noite. O escolhido veio da Provence, e se chama La Matelote 2012.