Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
29 de junho de 2013
Encontro de Vinhos Campinas 2013: Chez France
Na primeira edição do Encontro de Vinhos Campinas, eu conheci a Chez France, especializada em vinhos de toda a França. Assim como no ano passado, Guillaume, francês e consultor da importadora, veio representá-la no evento. Conversamos sobre o vinho da uva Aligoté, que havia provado no ano passado. Aligoté é uma uva pouco valorizada, sempre à sombra da irmã Chardonnay, porém pode gerar vinhos excelentes, normalmente com preços mais baixos. O estoque deles atual acabou, mas a próxima carga já está no porto, segundo me falou, e estará disponível em um mês, se não houverem greves no porto, e eles conseguirem escoar a fila de mercadorias (olha o Custo-Brasil). Espero ansiosamente.
Encontro de Vinhos Campinas 2013: Weinkeller
A segunda edição do Encontro de Vinhos em Campinas ocorreu neste sábado, e contou com diversos produtores e importadores, que dispuseram à degustação centenas de vinhos, de todos os tipos. E a julgar pela quantidade de pessoas que saiu com caixas de vinho debaixo dos braços, foi um ótimo negócio para todos. Diversos expositores aproveitaram a chance para vender diretamente aos consumidores, às vezes oferecendo descontos substanciais.
Um dos expositores que eu mais queria conhecer era a importadora Weinkeller. Recentemente, andei aprendendo e bebendo mais sobre vinhos alemães, principalmente sobre a sua estrela: a uva Riesling. E como gostei do que provei, só fiquei mais curioso e com mais vontade de conhecer mais.
Um dos expositores que eu mais queria conhecer era a importadora Weinkeller. Recentemente, andei aprendendo e bebendo mais sobre vinhos alemães, principalmente sobre a sua estrela: a uva Riesling. E como gostei do que provei, só fiquei mais curioso e com mais vontade de conhecer mais.
23 de junho de 2013
Sociedade da Mesa - 1º semestre 2013
No início do ano, postei minhas impressões sobre vinhos da Sociedade da Mesa, fazendo um balanço do que havia recebido do clube até então. Passados mais 6 meses, e já que estou avaliando dois clubes, achei interessante publicar logo sobre os vinhos deste primeiro semestre, analisando a qualidade daqueles que optei por receber.
16 de junho de 2013
Poule campagnarde au vin
Sabe esses dias em que você não quer saber de beber? Bom, eu, pelo menos, tenho desses dias. E foi justo no dia que a chef Thais resolveu fazer um coq au vin: um prato francês altamente elaborado, que tem tudo a ver com vinho. Primeiro, porque é preparado usando vinho, e em segundo, porque é a harmonização mais clássica para vinhos tintos da Borgonha. Mas, neste fim de semana, o vinho foi todo na comida.
Não precisamos utilizar nossos melhores vinhos para cozinhar, mas também não podemos usar um vinho ruim, imbebível, pois estragaria o prato. Como participo de clubes de vinhos, nem todos os que recebo me agradam tanto assim. Estes, costumo destinar a outros fins, como foi neste caso. O vinho Menciño veio pela Sociedade da Mesa. Um vinho simples, sem muita pretensão, com corpo mediano, sem passagem por madeira. Até dava pra tomar, mas tendo vinhos melhores pra beber, e precisando de um pra cozinhar, este foi selecionado para compor o prato.
Não precisamos utilizar nossos melhores vinhos para cozinhar, mas também não podemos usar um vinho ruim, imbebível, pois estragaria o prato. Como participo de clubes de vinhos, nem todos os que recebo me agradam tanto assim. Estes, costumo destinar a outros fins, como foi neste caso. O vinho Menciño veio pela Sociedade da Mesa. Um vinho simples, sem muita pretensão, com corpo mediano, sem passagem por madeira. Até dava pra tomar, mas tendo vinhos melhores pra beber, e precisando de um pra cozinhar, este foi selecionado para compor o prato.
Assinar:
Postagens (Atom)


