Nesse início de ano, o Vinhoclube incluiu em diversas remessas vinhos espanhóis - tanto na modalidade Ouro (tintos), quanto na Summer (brancos e rosés). A maior parte foi produzida pelas Bodegas Volver, e um dos que mais me chamou atenção foi o Tarima Rosado 2015, 100% Monastrell, produzido na DO Alicante.
Um espaço onde relato minhas experiências no mundo dos vinhos.
E eventualmente, também experiências relativas a outras bebidas.
15 de maio de 2017
13 de maio de 2017
Km.0 Gran Reserva Pinot Noir 2010
Se tem uma linha de vinhos no Uruguai que faz jus ao termo Gran Reserva é a da Bodega Irurtia. Já escrevi a respeito do Viognier Gran Reserva (aqui), mas há algum tempo estava devendo comentar o Km.0 Río de la Plata Gran Reserva Pinot Noir 2010.
6 de maio de 2017
Zacapa Centenario XO
No ano passado, eu escrevi a respeito do Botran Solera 1893, que eu tinha comprado no aeroporto do Panamá. Era o topo de gama da Botran, uma das marcas das Industrias Licoreras de Guatemala. Como eu havia comentado no outro texto, a família Botran é proprietária da IGL, e portanto, detém as duas principais marcas de Rum do país: Botran, e Zacapa. O Botran Solera é o topo da primeira marca, classificado como Gran Reserva; e a marca Zacapa começa daí, de Gran Reserva para cima.
2 de maio de 2017
Inocente Jerez Fino
O Fino é em teoria o mais frágil dos tipos de Jerez, e a recomendação é que seja bebido em até um ano após engarrafado. Portanto, não é um tipo de vinho que se deva guardar. Mas, um pouco por estar cheio de outros vinhos, e um pouco por esperar o melhor momento para ele, acabei guardando uma garrafinha de 375mL por um ano e meio. E não foi na adega, já que esses vinhos vêm com aquelas tampas de plástico com cortiça, e portanto devem ser guardados de pé. Portanto, a meia-garrafa passou um ano e meio de pé, no meu armário de bebidas, sem nenhum controle de temperatura. E isso me permitiu chegar a uma conclusão: eles não são assim tão frágeis, já que, ao abri-lo, gozava de perfeitas condições.
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