3 de maio de 2014

Prosecco Superiore Millesimato Brut 2011 de Cecilia Beretta

Um bom Prosecco, da região de Conegliano-Valdobbiadene, se distingue do restante. Não é à toa que os Proseccos de lá ganham status de DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida).

Conheci o produto em uma degustação que a importadora Vínica promoveu na ABS Campinas, há quase um ano. Gosto de levar a Thais quando há espumantes, pois sei que ela gosta. E não deu outra: mais uma vez, ela bateu o dedo na ficha e falou: "eu quero!".


Comprei uma garrafa (custava R$69, compramos com desconto, mas acho que hoje continua com o mesmo preço). Guardei-a na adega, e ela foi ficando. Várias vezes eu queria tomá-la, mas eu havia comprado a pedido da Thais, então queria tomar com ela, em um dia que ela estivesse disposta. Aparentemente, precisei esperar quase um ano para este dia chegar! Mas enfim, tomamos a garrafa, com gosto.

Passou-se um ano, e não parece ter mudado nada. Fresco, de perlage consistente, aromas de frutas de polpa, que lhe dão uma sensação de doçura bem equilibrada pela boa acidez, e um toque amanteigado (não é qualquer espumante de método Charmat que exibe uma característica dessas).

As sugestões da importadora são para acompanhar com saladas ou frutos do mar, mas nós tomamos com lingüiça assada com mostarda. É um espumante, fresco, leve, cheio de gás e acidez. São cinco razões para harmonizar com quase tudo.

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